sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mundo real


    

                                Estamos vivendo um período em que procuramos suprir nossas 
carências no mundo virtual. Damos incondicionalmente do nosso tempo e oferecemos muito de nósNos abrimos, enviamos flores virtuaisabraços 
virtuais
palavras de consoloinfinitos bons dias e boas noites. Trazemos 
sonhos
 e oferecemos nossa amizade sem nos questionar.
Sabemos pouco uns dos outrosmas isso não tem importânciaQuando
porta do mundo virtual se abre, entramos e não nos preocupamos em 
saber
 se existe uma porta de saída.
Enquanto isso, ao nosso lado, na nossa vizinhança, na nossa cidade e, mesmo
dentro
 da família, as pessoas vão sendo deixadas.
Nos esquecemos do bom dia diário, do sorriso luminoso que pode iluminar
dia de alguém, de um olhar sincero do "pode contar comigoque
escrevemos tantas vezes a quem não conhecemos.
Mas quando Deus permitiu que a internet fosse criada,
foi para que mais portas se abrissem e não que outras fossem fechadas.
Penso que Ele queria que nos abríssemos para o mundomas que jamais
desejou que nos fechássemos em nossa casa.
Entãopor que não trocar de vez em quando algum tempo diante do pc por
uma boa xícara de café com alguém que conhecemos? No lugar de um 
e-mail
 de bom dia que vai ficar guardado numa caixinha virtualum caloroso 
bom
 dia por telefone que vai ficar guardado no coração. Uma boa 
gargalhada
 a doistrês ou mais pode ser ainda mais saudável que
uma solitária diante de uma tela.
Experimente de vez em quando voltar ao mundo realSer uma bênção 
virtual
 é enriquecedor e nos traz grandes satisfaçõesMas se, além disso,
podemos ser uma bênção real e uma real bênçãonossa missão de ser anjos
 na terra vai estar sendo maravilhosamente cumprida.
 
 Esta mensagem é de autoria de
Letícia Thompson  
Braine-l'Alleud, principal cidade da região Brabant Wallon
- Bélgica -
http://www.leticiathompson.com

Os Ardis dos falsos ministros

Por Pastor Luiz Octávio Franklin

O primeiro ardil acerca do qual Jesus nos adverte como precaução contra os falsos arautos é a sutileza. Sobre isso o Filho de Deus diz: “Vem até vós disfarçados de ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores” (Mt 7.15). Aqui Jesus não está falando de um disfarce estético, mas usa expressão a fim de indicar a natureza humilde e mansa. O lobo, para enganar a ovelha, finge ser uma ovelha, e até se parece com a ovelha, está no meio das ovelhas, mas não é ovelha, é lobo. 

O Falso pregador, apoiado no seu engano, vive literalmente das ovelhas, comendo a sua carne e vestindo-se com a sua lã (Ez 34.2-5), sem o cuidado terno que Jesus nos ensina. Ele se coloca como dono e senhor das ovelhas, esquecendo que o rebanho pertence a uma só cabeça, que Cristo Jesus. 

O segundo ardil usado pelos falsos pregadores está no fato de não enfatizarem as coisas realmente necessárias. Não falam sobre o que é certo, apenas dizem que não enfatizam o certo. Ora, não enfatizar a verdade é omissão; é desvio; é mau hábito; é tornar a verdade mentira, pois uma verdade dita pela metade constitui-se a pior mentira. Não dar ênfase à verdade é ocultar ao povo o modo correto de viver, agir, fazer, ser. Não enfatizar o que é certo é chamar Jesus por apelido; é fazer o povo entrar pela porta dos fundos; é deixar o povo à mercê dos seus próprios conselhos. 

Portanto, ocultar a verdade é tão ou mais condenável do que divulgar heresias. Em sua Epístola aos Romanos 1.18, Paulo diz: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça”. Esta passagem demonstra que um dia Deus irá julgar e condenar aqueles que mudam a verdade de Deus em mentira.

O terceiro ardil que frequentemente é usado pelos falsos pregadores é procurar agradar a todos. É o convite à conveniência, ao fácil-fácil, ao atalho, à barganha, ao prazer imediato e irresponsável, ao sucesso sem lágrimas, à glória sem cruz, ao céu sem arrependimento, à graça sem exigência, enfim, um evangelho fácil. Segundo o que Jesus fala em Mt 7.16, há uma semelhança entre o verdadeiro e o falso pregador, a exemplo dos espinheiros que tinham um fruto negro, redondo e pequeno, muito parecido com pequenas uvas.

 Contudo, o que é falso, não fica por muito tempo sem mostrar a sua verdadeira natureza, pois, segundo Jesus, é “pelos frutos que se conhece a árvore”.


Pastor Luiz Octávio Franklin

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Solidariedade: A gente ainda vê por aí

Geralemente pessoas que não ouvem heavy metal e suas vertentes tem um pré-julgamento muito aguçado ao falarem de pessoas que são consideradas "headbangers". 
Vale lembrar que muitos "crentes" que bancam ser "santarrões" vivem criticando e julgando pessoas não cristãs. Só que volta e meia esses não cristãos, "peacdores" com,o muitos gostam de dizer, nos dão uma aula de como nós cristão realmente deveriamos agir.
A imagem abaixo,que aconteu em ums how em Moscou, é simplesmente sensacional.





E tem gente que deixa de ir a igreja cultuar a Deus por qualquer coisinha.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

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