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15.6.12

Ex-Lésbica afirma: " A mudança é possível através de Jesus"

Janet Boynes, ex-lésbica, afirmou durante entrevista que é possível abandonar a prática do homossexualismo.
Segundo Boynes, que concedeu entrevista à emissora de TV CBN, as relações homossexuais não agradam a Deus, e manter-se na homossexualidade não é a escolha certa.
Ela contou que sua atração por outras mulheres surgiu após decepções com homens: “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”, relata.
Boynes disse ainda que é a “prova viva” de que o homossexualismo é passível de mudança. Durante a entrevista, foi perguntada se havia se submetido a alguma espécie de terapia, ao que respondeu: “Minha intervenção foi Jesus”.
A ex-lésbica ressaltou que se um homossexual insistir em permanecer na prática, não há como mudar. Porém, Janet Boynes afirmou acreditar que “a mudança é possível através de Jesus Cristo”.


Fonte: Gospel+

6.6.12

Lanterna Verde: o herói que virou gay

DC Comics se prostra diante do poderio da agenda gay na cultura americana


O Lanterna Verde, herói do mundo dos quadrinhos, não tem escolha: terá de ser gay.

Por decisão dos chefões da DC Comics, o herói deverá se adaptar às tendências predominantes na mídia americana, cuja meta tem sido pintar os homossexuais com retratações positivas e simpáticas. 

Além disso, a gayzice atrai aplausos imediatos e garantidos da mídia americana descaradamente pró-sodomia.

Mas o herói não precisará se angustiar com seu destino. Como ele é ficção, não tem sentimentos, e pode ser direcionado para qualquer atitude ou decisão que seus empresários escolherem. Para ser gay, ele não precisará, como centenas de milhares de gays reais, passar por traumas na infância, onde um adulto homossexual abusou sexualmente de um menino indefeso. Ele não precisará sofrer a experiência de ser filho de mãe solteira ou dominadora, sem modelo saudável de masculinidade na figura de um pai.

O Lanterna Verde não precisará passar pelas experiências de traumas para se tornar gay. Bastarão umas canetadas e o personagem virará gay, por vontade de seus produtores.

Anos atrás, os supremacistas gays proclamavam que havia um gene gay. Com o mapeamento genético, a conclusão foi que tal gene não existe. Mas quem foi que disse que a ficção depende da realidade? Nos gibis, a homossexualidade pode com facilidade ser genética e muito mais. O personagem é um mero fantoche que se porta conforme a imaginação ou falta de imaginação de seu produtor.


Por isso, o Lanterna Verde foi sacrificado para atender às exigências do apodrecimento da cultura americana.

Se fosse um homem de verdade, o Lanterna Verde poderia fugir para a Rússia, para preservar sua masculinidade e se proteger das imposições imorais de seus empresários. Lá, por vontade do povo e do governo, os empresários não têm permissão de impor sobre personagens e sobre o público a propaganda gay. Os russos podem ter um milhão de defeitos, mas não o de se prostrar diante do deus da sodomia.

Quem vai reclamar são seus fãs, que não foram consultados sobre os interesses e oportunismos dos empresários da DC Comics, que garantiu: “Teremos um líder dinâmico, que arrisca a vida pelas pessoas, que vem a ser gay”. Como ficção, ele é o oposto do gay real, que destrói sua vida e a dos outros, inclusive com doenças transmissíveis.

O Lanterna Verde agora será, nos EUA e países influenciados por sua cultura podre, inclusive o Brasil, o Lanterna Gay.

Com a notícia recente do gay canibal no Canadá, nada mais apropriado para distrair o público do que impondo a propaganda de um gayzismo belo e doce que só existe nas estórias em quadrinho. E não há nos EUA hoje ninguém com a autoridade moral, espiritual e legal de Comstock para deter essa propaganda enganadora dirigida aos jovens.

 

 
 

23.5.12

Lanna Holder lança campanha contra homofobia com a descrição: “Criação de Deus”

Lanna Holder lança campanha contra homofobia com imagens de casais hetero e homossexuais, sob a descrição “Criação de Deus”A igreja inclusiva Cidade de Refúgio, liderada pelas pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha lançou uma campanha de combate à homofobia.

A ação faz parte das comemorações do aniversário de um ano de existência da Cidade de Refúgio, e também do calendário do movimento LGBT, que instituiu o dia 17/05 como “Dia Internacional de Combate à Homofobia.

Na campanha criada pela Cidade de Refugio são mostrados três casais, um hétero, um gay e um lésbico, sob a descrição “Criação de Deus”.
Segundo informações do site gay A Capa, a intenção da Cidade de Refúgio é divulgar a campanha pela internet e distribuir materiais sobre o assunto durante a próxima edição da Parada Gay, em São Paulo.

O ativista pró-família Julio Severo comentou a iniciativa de Lanna Holder e Rosania Rocha, e afirmou que o motivo de a campanha ter sido lançada é a visibilidade que suas ações alcançam: “a grande mídia, eterna e incondicional apoiadora do ‘casamento’ gay, anda infeliz com a resistência do povo brasileiro às uniões gays [...] festeja cada passo que Lanna Holder, uma apóstata evangélica, dá”.

Segundo Severo, “grandes jornais do Brasil deram destaque quando Holder abriu, numa garagem simples de outro estado, uma igreja gay, tratando o evento como se fosse a inauguração de uma catedral luxuosa”, disse, referindo-se à Cidade de Refúgio.



Fonte: Gospel+

Nota blogueiro:

Pra quem não sabe, Lanna Holder já foi (pq pra mim não é mais) uma grande ministra do evangelho, já teve casamento heterossexual e lutou contra o homossexualismo, mas hoje assumiu sua homossexualidade.
Pois bem. Mediante a essa notícia, digo a vocês leitores:

" Pelo que também Deus os entregou às concupiscências do seu coração, à imundícia, para desonrarem o seu corpo entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém!
Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro."
(Romanos 1. 24-27)

Isso é a palavra de Deus! 

Não tem como fugir dela. Ou vive ela ou não vive. Não há como usá-lá para justificar o pecado. Fazer isso é distorce-lá, o que seria mais um pecado.
 Há uma diferença grande entre PECADO e PECADOR!

Querendo ou não, homossexualismo é pecado! Devemos usar nosso corpo para santificação. (1Ts 4.4)

Concordo com ela quando diz que todos somos criação de Deus, não só criação, mas imagem e semelhança dEle! (Gn 1.27)   

Deus criou o homem e a mulher a sua imagem.

Por isso devemos tributar a Ele o que Ele tributa a nós; SANTIDADE E FIDELIDADE!
O pecado nos afasta de Deus e tem muita gente afastada por querer ser PECADOR.

Aos homossexuais, quero dizer (e isso refente a nós evangélicos) que respeitamos suas decisões!  Vivam como quizerem,a vida é de vocês, não podemos força-los a atitudes que não queiram tomar.

Mas,não tem como negar, tais atitudes não são agradáveis a Deus!

Amamos vocês como pessoas, mas não concordamos com suas práticas, não somos obrigados.
Não concordar com práticas NÃO É HOMOFOBIA!!

Não temos preconceito, apenas um conceito formado e pautado na palavra de Deus!

Fiquem na Paz e Deus abençoe a todos!! 

William de Souza

4.5.12

Silas Malafaia derrota ativistas gays na Justiça

Ainda existe gente sensata na esfera do Magistrado brasileiro.
.Ativistas gays são envergonhados com derrota em processo civil contra Silas Mafalaia
Pastor Silas Malafaia





Belverede 
Por Eliseu Antonio Gomes

Pastor Silas Malafaia derrota ativistas gays na Justiça Federal. O processo movido contra o pastor exigia que ele fizesse uma retratação e que a União passasse a fiscalizar o programa Vitória em Cristo.
Segundo Reinaldo Azevedo, colunista da Revista Veja, em artigo de 1º de Maio de 2012, o juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, extinguiu a ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra Malafaia e contra a TV Bandeirantes e também contra a União. 
Com propriedade, o colunista considerou a decisão do magistrado como uma vitória da liberdade de expressão, uma aula em defesa da liberdade de expressão, uma decisão primorosa digna de aplauso. Azevedo também considerou que neste caso Malafaia e os cristãos foram vítimas de  bullying organizado, que Malafaia é vítima de preconceito dos ativistas gays.
No programa de televisão, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo fez críticas contundentes aos organizadores da Parada Gay por ter levado à Avenida Paulista modelos caracterizados como santos católicos em situações homoeróticas. 
Na ocasião, Malafaia incentivou a liderança brasileira da Igreja Católica a recorrer à Justiça queixando de preconceito religioso. Afirmou: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha!”  A frase foi interpretada por uma ONG do ativismo gay como indução à violência física contra homossexuais. 
O processo foi considerado pelo juiz como uma tentativa de volta à censura. 
E.A.G.

Fonte: UBE
Nota Blogueiro:

Como cristão, temos o direito de discordar em partes teológicas com o pastor. No entanto, como cidadãos devemos estar ao lado dele nessas questões de defesa da família.
  É preciso não confundir Liberdade com Libertinagem!!! Ambas são muito diferentes...
Todos falam e fazem o que querem, na hora do Cristão se manifestar, tem de ser censurado e calado ... nem que seja a força bruta?
Essa é uma vitória de todos os cristãos,que tem verdadeiramente zelo, pela Palavra
de Deus!!!
William de Souza

19.4.12

Sexualização das necessidades emocionais

Necessidades sexuais são naturais a seres sexuais. São o resultado do funcionamento biológico e a necessidade humana pela intimidade romântica. Não há nada mórbido ou incomum nisso.

Necessidades sexualizadas, no entanto, executadas em um rumo diferente. Essas necessidades emocionais são expressas indiretamente através da atividade sexual. Encenadas por uma espécie de pantomima sexual. As necessidades, por elas mesmas, são geralmente legítimas, porém, o veículo usado para expressá-las, não.   
 
Podemos ver uma série de exemplos de necessidades emocionais sexualizadas no cotidiano. Grande parte dos homens usa o sexo como meio de certificarem-se de que são viris, competentes e másculos. Deleitam-se em sexualidade na conquista de mulheres, e então se gabam de suas conquistas com outros homens, levando-os a se sentir viris e completos. Naturalmente, seu desejo de convicção é legítimo, e compreensível. Mas explorar sexualmente as mulheres é um meio ilegítimo de satisfazer a esse desejo. De igual modo, muitas mulheres são promiscuas não por que estão desesperadas por sexo, mas porque durante o sexo elas são levadas a se sentirem especiais e cuidadas. Novamente, suas necessidades são perfeitamente normais, mas o método de satisfação a essas necessidades é imoral, até mesmo perigoso.

Esta é a realidade de outras necessidades emocionais que as pessoas indiretamente expressam. Algumas pessoas, por exemplo, tentam atender a sua necessidade de conforto através da comida, comendo descontroladamente sempre que estão deprimidas ou nervosas. O uso de alimentos se tornou seu escape emocional, o que pode resultar transtornos alimentares. Outras pessoas preferem sexualizar em objetos ao invés de pessoas, encontrando excitação erótica através de fetiches (sapatos, artigos de couro, etc.) Ninguém pode dizer com exatidão porque as pessoas preferem tais métodos. Tudo o que pode ser dito é que em algum lugar ao longo do caminho eles encontram uma combinação de satisfação emocional e sexual por meios não naturais. O que estão buscando conforto, mente em paz, prazer sexual não é errado em sua essência. É o modo pelo qual eles buscam é que não é natural.

Exatamente como e sob quais circunstâncias fazem com que estas necessidades se tornem sexualizadas? Por que elas são sexualizadas em algumas pessoas e em outras não? Ninguém pode dizer com certeza. Nós sabemos que sentimentos eróticos fornecem algumas de nossas primeiras experiências de prazer. Bebês e crianças exploram seus corpos, passando a mão em partes do corpo que os fazem, sobretudo, se sentir bem.  Isso lhes dá uma sensação de calor e conforto, os “bons” locais proporcionam, principalmente, sensações prazerosas. Acredito que associamos o calor, e sentimentos positivos a reação sexual mesmo muito antes de sabermos o que é sexo, porque associamos nossos órgãos sexuais ao prazer e conforto.

Não deve ser nenhuma surpresa, então, que quando uma pessoa anseia ter intimidade com outra, esse ânsia pode incluir um desejo de se compartilhar o prazer sexual. Para a maioria das pessoas, esse anseio é diretamente ligado aos membros do sexo oposto. O desenvolvimento normal costuma incluir, como mencionado anteriormente, uma fase inicial de ligação com o mesmo sexo. Com o tempo, esta necessidade de ligação com o mesmo sexo, é saciada, e a criança se encontra apta a se relacionar com o sexo oposto, e assim, entrando na puberdade acompanhada de seus impulsos sexuais. Combinação perfeita! Exatamente quando estamos preparados emocionalmente para o amor romântico, nosso corpo segue o exemplo.

Mas o que acontece quando não estamos emocionalmente preparados para o relacionamento com o sexo oposto? E se, durante o tempo que chegamos à puberdade, nossa necessidade pelo mesmo sexo não tiver sido suprida e predominar sobre nós? Nossos corpos não vão esperar por nossas emoções para se dar conta do que fazer. Pelo contrário, nós é que devemos desenvolver de modo firme nossos desejos sexuais para que estejam ligados, como fios, à nossas necessidades emocionais. Nesse caso, a necessidade por proximidade e identificação com outras pessoas de mesmo sexo se torna uma necessidade sexual para com pessoas do mesmo sexo se tornando então objeto de ambos os desejos, sexual e emocional.

E assim, as respostas do emocional às nossas primeiras percepções reagem também no sentido sexual. A necessidade por vínculo e a identificação por parte do mesmo sexo, acelerada por problemas de identidade de gênero, se torna um desejo na área sexual. A necessidade de encontrar uma figura de homem/mulher ideal se torna uma necessidade de interagir sexualmente com tal figura. E a necessidade por um educador, mentor ou companheiro, se torna um desejo sexual para com o educador, mentor ou companheiro.

Tudo isso suscita nosso questionamento inicial: Por que você? Ninguém pode dizer sem que realmente conheça tanto de você como de sua história. Mas em base no que temos visto até então _ algumas teorias predominantes e experiências de outros como você podemos fazer algumas suposições.

Isso provavelmente teve início em suas percepções. Você começou a se ver como uma criança sem recursos. Você sabe, melhor do que eu, exatamente quais recursos estavam em falta: afirmação, atenção, uma figura com a qual pudesse se identificar, ou talvez a combinação das três. Não poderia responder como tal a essa altura; você apenas soube que algo havia sido perdido. E esse “algo” provavelmente girando em torno de uma necessidade por um vínculo forte com alguém do mesmo sexo. Talvez você tenha se sentido diferente de seus semelhantes ou alienado por parte de um ou por ambos os pais, de modo mais perceptível por parte daquele de mesmo gênero. Isso machuca, sem dúvida. Você queria proximidade; e sentiu distância. Talvez você não possa realmente dizer quem é o réu ou quem é o culpado. Talvez tenha havido, obviamente, rejeição; talvez não. Mas, de qualquer modo, o resultado é o mesmo.

Talvez você tenha reagido através do isolamento, criando seu próprio mundo de fantasia, onde se sentia seguro. Ou talvez simplesmente esperado por alguém especial que o amasse e cuidasse de você. Você pode até mesmo ter se tornado agressivo, resolvido jamais se sentir ferido outra vez ou rejeitado por outra pessoa do mesmo sexo. Cada uma dessas reações afetou seu modo de se relacionar com outros garotos/garotas e, eventualmente, com outros homens e mulheres. Você se sentia diferente deles também. Eles podem jamais ter percebido que se sentia diferente, mas você estava totalmente consciente dos mesmos. Eles persistiram, o que fez crescer um doloroso desejo de se relacionar, estar junto e se sentir aceito.

Em certo ponto, possível que muito precocemente, talvez de modo um tanto tardio, você percebeu que esse desejo ia muito além do emocional. Ele era acompanhado de anseios sexuais. Muito provavelmente, você era ciente desses impulsos até mesmo muito antes de saber o que homossexualidade significava. Então, um dia você ouviu a palavra bicha ou viado, examinou seu significado, somou dois mais dois, e pensou, “eu sou um deles”. Isso ficou em secreto, bem provável que tenha sido difícil de manter e ainda mais difícil de suportar. Você não desejava se sentir assim, mas aprendeu que esses sentimentos eram inaceitáveis a grande parte das pessoas. E isso não o encorajava a falar sobre isso com alguém ainda que este fosse alguém muito próximo de você. Seu segredo tornou-se um fardo dentro de você, o qual carregou durante anos. Talvez até o dia de hoje.

Então, pra você, homossexualidade, se expressada através de ações ou fantasias, representa necessidades emocionais legítimas que não foram saciadas por meios normais. Você não é mentalmente doente, réprobo ou retardado. Na verdade, você pode ser um adulto altamente hábil que funciona perfeitamente em muitas áreas. Mas, em certo ponto, você encontrou profunda satisfação através do sentimento homossexual.

Lembre-se, a homossexualidade desempenhou uma função em sua vida. Agora é tempo de refletir seriamente sobre isso. Qual foi essa função exatamente? Que tipo de satisfação você encontrou através das fantasias ou ações homossexuais? Só você pode responder a estas questões. Quando responder, você não irá somente saber pelo que tem procurado, mas também o que ainda precisa. Ouça bem — desistir de se relacionar homossexualmente não irá acabar com as necessidades emocionais que te fizeram chegar até isso. Mais do que nunca, você precisa encontrá-las de modo legítimo, o máximo possível.

Por quaisquer respostas que você tenha trazido consigo até aqui, você precisa estar certo de que o que você tem procurado ainda está disponível. Ainda existem amizades muito íntimas que podem ser encontradas, amizades para desfrutar e amar e se buscar a intimidade, entre pessoas de mesmo sexo e o quanto ao sexo oposto, a possibilidade ser experimentado. Estes são os direitos de qualquer humano, e sua ânsia por eles é ordenança divina. São veículos de segurança e autoconfiança que tanto crianças quanto adultos procuram.

Extraído de “Desejos em Conflito – Joe Dallas” 
Traduzido por: Gui Sales
 
Fonte: Closetfull 

5.4.12

Concurso “Jesus Sensual” – eles fariam isso com Maomé?


Evento gay acontece no domingo de páscoa nos EUA


A edição 2012 do evento denominado “Hunky Jesus Contest”, que numa tradução livre do inglês significa “Concurso do Jesus sensual”, acontecerá no Domingo de Páscoa, dia 08/04, na cidade de San Franscisco, nos Estados Unidos.
O evento é realizado por uma organização homossexual chamada “The Sisters of Perpetual Indulgence” (As Irmãs Perpétuas da Indulgência), e acontece há 33 anos, e consiste em eleger, entre diversos candidatos gays, a melhor fantasia do “Jesus Sensual”.

Realizado num parque da cidade, o evento reúne aproximadamente 5 mil pessoas, porém, de acordo com informações do site “A Capa”, a festa não é unanimidade entre os moradores da cidade: “Este concurso simboliza o desprezo que muitos militantes homossexuais têm de Deus e da religião. Eles chacotam por que são condenados por Deus”, afirmou Peter LaBarbera, predidente da “Americans For Truth About Homosexuality” (Norte-americaos pela verdade sobre a homossexualidade), uma organização pró-família dos Estados Unidos.

A organização do evento rebate as declarações de LaBarbera, afirmando que o concurso tem cunho social: “Jesus tem senso de humor. Somos uma entidade que arrecada milhões para a caridade. Ajudamos milhões de pessoas com HIV em todo o mundo. Pessoas que são esquecidas pela sociedade cristã”, argumenta Dana Iquitty.

Fonte: Creio.

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Comentário do Pastor Euder Faber Guedes Ferreira via facebook:

O movimento gay tem pousado de vítima no atual contexto que vivemos. Na prática tem sido um movimento extremamente beligerante e intolerante. Tal movimento tem mantido um constante patrulhamento sob toda a sociedade. 

Quem ousa se opor a sua agenda é taxado de homofóbico, preconceituoso, discriminador e por ai vai. Agora, os mesmos podem se dá ao luxo de atacar o cristianismo como bem entendem. Em uma parada gay em São Paulo, fizeram chacota dos santos católicos ilustrando-os em pose sensual. Agora, nos EUA escarnecem da principal figura do cristianismo, Jesus! 

O interessante é que eles atacam a quem deveriam defender, pois somente numa sociedade influenciada por valores cristãos, é que os homossexuais têm a liberdade de viverem seu estilo de vida sem serem molestados. Agora, eu desafio esse movimento a fazerem a mesma coisa em relação a fé islâmica! São covardes! Eles sabem que na prática cristã não se pode pagar o mal com o mal, mas sim o mal com o bem, já na lógica muçulmana é olho por olho e dente por dente!

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Fonte: Púlpito Cristão, defendendo a fé cristã!


15.2.12

Cidade da Rússia determinada a criminalizar a promoção da homossexualidade

O governo municipal de São Petersburgo, a segunda maior cidade e centro cultural da Rússia, está determinado a aprovar um projeto de lei que proíbe a promoção da homossexualidade.
O projeto, que proíbe “atividades públicas que promovam a homossexualidade”, está sendo denunciado por grupos homossexuais como “antigay” e está sofrendo oposição estridente do governo dos EUA.


O projeto propõe criminalizar a disseminação de informações “que prejudiquem a saúde ou desenvolvimento moral e espiritual de menores de idades, inclusive induzindo-os a formar uma percepção distorcida de que relações tradicionais de cônjuges e relações não tradicionais são igualmente aceitáveis”.
Se aprovado, imporá multas em indivíduos e grupos que promovem a homossexualidade, a pedofilia ou “transgenderismo” para menores.
O Departamento de Estado dos EUA deplorou os planos russos, dizendo: “Conforme a secretária Clinton tem dito, direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays. Exortamos as autoridades russas a assegurarem… liberdades [de promoção homossexual e paradas gays] e promoverem um ambiente propício ao respeito dos direitos de todos os cidadãos. Estamos também consultando nossos parceiros da União Europeia sobre essa questão. Eles têm as mesmas preocupações que nós e estão também fazendo pressões sobre as autoridades russas sobre essa questão. Os Estados Unidos dão grande importância a medidas para combater discriminações contra os LGBT e outras minorias”.
Mas o autor do projeto, Vitaly Milonov, deputado do partido Rússia Unida, negou que a lei violará direitos civis e liberdades. “Só estamos falando sobre propaganda pelo fato de que esse tipo de informação sobre perversões sexuais afeta nossos filhos”, disse ele.
 Quem te viu e quem te vê hein Rússia, antes comunista, hoje está sendo uma reserva moral referente à proteção das famílias e das crianças contra o movimento homossexual, que tem recebido imenso apoio político e financeiro de governos  e do globalismo da ONU, inclusive por Barack Hussein Obama. 
Confesso que me assustei quando li a noticia. Não se vê isso hoje, é sempre o inverso.
Veja bem, a cidade russa quer criminalizar "atividades públicas que promovam a homossexualidade", não o homossexualismo, eles não querem dizer que seja crime ser homossexual(apesar de ser pecado) eles querem tornar crime atividades que induzem o homossexualismo.
O homossexualismo tem sido imposto através das decadentes potências ocidentais, todas comprometidas até o pescoço com o globalismo, e é claro que existem resistências não só do mundo islâmico, mas também de nações como a Rússia e a China, pois estes países sabem que a força moral de uma nação é um importante elemento para qualquer país que almeje não apenas soberania, mas também hegemonia. 
E é por isso que a China não somente desestimula o homossexualismo como também proíbe a pornografia, pois a história do mundo já demonstrou várias vezes que à decadência moral segue-se a decadência total de uma nação.

13.2.12

O fim da amizade

Como a confusão sexual corrompeu a amizade entre homens

Um filme de Hollywood se tornou um ponto de destaque na cultura americana em 2005. Embora não tenha sido exatamente um campeão de bilheteria, o Segredo de Brokeback Moutain, estrelando Heath Ledger e Jake Gyllenhal como dois cowboys ligados por um romance homossexual, foi aclamado pela crítica e promovido exaustivamente pelos meios de comunicação. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas o premiou com três Oscars, em 2006, incluindo Melhor Direção e Melhor Roteiro Adaptado.

Dirigido por Ang Lee, o segredo de Brokeback Mountain baseia-se em uma pequena história que tem o mesmo título, escrita por Annie Prolux. A história é bem vívida, retratando um romance homossexual inesperado entre dois cowboys que se viram sozinhos numa barraca. À medida que a história se desenvolve, o relacionamento homossexual continua até que os dois homens se casam e cada um estabelece sua família.

Tanto a história como o filme incluem sexo explícito e retratam a dor e a turbulência sentidas pelas famílias dos dois homens, enquanto eles experimentam, periodicamente, o que é descrito como “viagens para pescar nas quais não há pescaria”. Apesar disso, o filme apresenta o romance homossexual como um relacionamento a ser admirado – insinuando que, se nossa sociedade se livrasse de suas inibições quanto à homossexualidade, esses homens poderiam ter prosseguido o seu relacionamento, vivendo sempre juntos e felizes.

Em um sentido, o verdadeiro significado de O segredo de Brokeback Mountain não tinha qualquer interesse especial para a cinematografia. Em vez disso, estava plenamente relacionado à nossa cultura e ao colapso da ordem sexual. O segredo de Brokeback Mountain representa algo novo nas principais tendências culturais – uma celebração do romance homossexual na tela gigante. O próprio fato de que esse filme estrela dois atores relativamente jovens, bem conhecidos, e de que atraiu a atenção lisonjeira dos críticos de Hollywood indica que algo bastante sério está em progresso. Realmente não é importante que todos tenham visto o filme. Agora que essa barreira cultural foi derrubada, exibições de relacionamentos e romances semelhantes deverão, com certeza, infiltrar-se no entretenimento popular – e rapidamente.

Anthony Esolen, professor de Inglês, no Providence College, em Providence, Rhode Island, adverte que esse colapso da ordem natural do sexo tem levado à morte da amizade – particularmente, à morte da amizade entre homens.
 
 

No artigo A Requiem for Friendship: Why Boys Will Not Be Boys and Other Consequences of the Sexual Revolution [Um réquiem em favor da amizade: por que os rapazes não são rapazes e outras consequências da revolução sexual], publicado na revista Touchstone, edição de setembro de 2005, Esolen começa lembrando aos leitores uma cena de O Senhor dos Anéis, a grandiosa obra de J. R. R. Tolkien. Sam Gamgee, depois de seguir o seu senhor Frodo até Mordor, o reino das trevas, acha-o meio inconsciente em uma pequena cela imunda. “Frodo! Sr. Frodo, meu amado!”, exclama Sam. “Sou eu, Sam, cheguei!” Frodo abraça seu amigo, e Sam embala ao peito a cabeça de Frodo. Como sugere Esolen, um leitor ou um espectador desta cena talvez se precipitará numa conclusão perversa: “O que é isso? Eles são gays?”


Esolen também sugere que essas perguntas são uma “reação ignorante e inevitável” ao contexto. Ele prossegue e lembra que Shakespeare e muitos outros grandes autores falaram do amor não sexual entre homens usando termos fortes. De modo semelhante, quando Davi foi informado sobre a morte de Jônatas, ele exclamou: “Excepcional era teu amor, ultrapassando o amor de mulheres” (2Sm 1.26)

Conforme Esolen entende, a corrpução da linguagem contribui para a confusão. Quando palavras como amor, amigo, macho, fêmea e companheiro são transformadas em um novo contexto sexual, aquilo que era entendido como puro e imaculado está agora sujeito a escárnio desrespeito. Esolen insiste que essa mudança linguística não foi acidental. Ele acusa os “pansexualistas” de corromperem a linguagem, a fim de tornarem normal a confusão e a anarquia sexual. Eles têm usado a linguagem “como uma ferramenta para estabelecer sua própria ordem e imporem-na aos demais”, Esolen argumenta. “Os pansexualistas – aqueles que crêem na liberação do dogma de que, se dois adultos consentem em fazer o que desejarem com sua vida particular, isso não é problema de ninguém – entendem que a linguagem tinha de ser mudada para auxiliar na realização de seu sonho e que essa realização mudaria o mundo, porque mudaria a linguagem para todos”.

Qual a relação de tudo isso com O segredo de Brokeback Mountain? “A homossexualidade aberta, celebrada de maneira ousada e desafiante, muda a linguagem para todos”, insiste Esolen. “Se um homem coloca seu braço ao redor da cintura de outro homem, isso agora é um sinal – quer ele esteja na direita ou na esquerda política, quer ele creia ou não nas prescrições bíblicas sobre a homossexualidade.” Esolen oferece uma avaliação franca e inesquecível: “Se um homem embala a cabeça de seu amigo entristecido, a sombra de suspeita surge na mente do espectador”.

Uma das palavras e realidades mais evidentemente corrompidas por causa da anarquia sexual é amizade – em especial, a amizade masculina. “Para os homens modernos, a amizade não é mais forjada no ardor da batalha, ou na poeira das planícies, enquanto eles guiam seus rebanhos através do país, ou no ar sufocante de uma mina de carvão, ou mesmo na fumaça de cigarros em um clube de debates”, observa Esolen. A maioria dos homens não se vê mais em situações que encorajam e inculcam a amizade masculina. Como Esolen observa: “A revolução sexual também quase matou a amizade masculina devotada a qualquer outra coisa além de bebidas alcoólicas e assistir esportes; e o movimento homossexual, um resultado inevitável de quarenta anos de promiscuidade heterossexual e tolice feminista, parece que a matará definitivamente e fechará o seu caixão”.

O que isso significa para os homens é bastante ruim, mas Esolen é convicente quando argumenta que as vítimas mais vulneráveis da morte da amizade são os rapazes. “A proeminência da homossexualidade masculina muda a linguagem para os rapazes adolescentes. É cruel e absurdo dizer que o rapaz pode ignora-lá. Ainda que pudesse, seus colegas não o deixariam. Todos os rapazes precisam provar que não são fracassos. Precisam provar que estão se tornando homens – que não reincidirão na necessidade de serem protegidos por e, consequentemente, identificados com sua mãe”. Esolen argumenta que os rapazes, destituídos do reconhecimento normal da masculinidade e de amizades seguras com outros rapazes e homens, recorrem frequentemente à promiscuidade sexual agressiva com moças, a fim de provarem que não são homossexuais.

Esolen se posiciona a favor de algo muito importante. Eles nos recorda que todos os rapazes necessitam da camaradagem descomplicada de outros rapazes, a fim de galgarem seu próprio caminho rumo à masculinidade. A amizade compartilhada entre os meninos e os rapazes permite-lhes unir-se ao redor de interesses e atividades comuns e canalizarem sua curiosidade e energia naturais à participação de atividades compartilhadas. Quando os rapazes se reúnem, Esolen reconhece, eles “podem fazer, de modo fascinante, milhares de coisas criativas e perigosamente destrutivas”. É nesta altura que os adultos devem se introduzir, para guiar essas energias em direções positivas e estabelecer limites que impedem e desestimulam o comportamento errado. Em qualquer caso, esses rapazes não parariam de crescer, como Esolen argumenta que ocorre hoje. “Eles continuariam vivos”, ele afirma.

Tudo isso exige uma expectativa heterossexual descomplicada. Esolen ressalta o fato de que Abraham Lincoln, como rapaz, tinha de compartilhar, frequentemente, sua cama com seu amigo Joshua Speed. Os dois trocavam cartas que falavam sobre sua apreciação e amor um pelo outro. Os leitores modernos têm se precipitado na conclusão de que Lincoln era um homossexual. Esolen argumenta corretamente que esta “evidência” prova o oposto. Lincoln e Speed tinham liberdade para compartilhar a mesma cama e falar de sua amizade profunda, porque não temiam qualquer revelação desse fato ou de seu relacionamento ao público. Por quê? Porque o entendimento quase universal de todo o comportamento homossexual como imoral e pervertido criava um contexto em que ninguém teria a expectativa de que Lincoln estava envolvido em homossexualidade. Como Esolen explica: “ O estimgma contra a sodomia criava um ambiente amplo para uma amizade emocionalmente poderosa que não se envolvia em intercurso sexual, assim como o estigma contra o incesto cria o ambiente para a liberdade emocional e física de uma família”.

Em uma sessão verdadeiramente inesquecível de seu artigo, Esolen nos pede que imaginemos uma sociedade em que o tabu contra incesto foi removido. Nessas circunstâncias, nenhum tio se sentiria  à vontade para abraçar sua sobrinha jovem sem a acusação de interesse sexual. Os relacionamentos entre pais e filhos, irmãos e irmãs e parentes de todos os graus seriam corrompidos e arruinados pela imposição da suspeita sexual.

Conforme Esolne compreende, isso é o que acontece quando a homossexualidade é normalizada na cultura. Amizades normais e fraternas entre homens estão agora sob suspeita. Isso é especialmente verdadeiro no caso de rapazes e homens novos, que são menos seguros a respeito de sua masculinidade e mais preocupados com a sua própria identidade sexual – ou com  a identidade sexual de seus colegas.

A normalização da homossexualidade destrói a ordem natural da amizade entre homens. “Pense sobre essa amizade, na próxima vez que você ver os eternos adolescentes com boás de plumas e penas marchando pela avenida principal [da cidade], tornando conhecidas as suas inclinações a todos, quer estes se interessem, quer não,” Esolen instrui “Com todos os slogans repetidos continuamente e os sinais estidentes, eles excluem as palavras de amizade e apropriam-se de gestos saudáveis de amor entre homens e homens. Confesse: isso não o deixa intranquilo até para ler as palavras da última sentença?”

Evidentemente, somos informados de que aqueles que mantêm essas preocupações estão apenas evidenciando sua homofobia inata e suas inibições sexuais reprimidas. Os críticos celebrarão O segredo de Brokeback Mountain, e podemos esperar um dilúvio de temas, histórias e procuções semelhantes. A sociedade está amplamente corrompida pela normalizaçao da homossexualidade, e os laços de amizades masculinas normais estão enfraquecisos, se não destruídos. Lembre tudo isso, enquanto Hollywood celebra a sua última “realização” cultural.


Fonte: Closet Full

27.1.12

Nos desculpem pela forma como a igreja tem tratado vocês


Uma atitude surpreendentemente linda

Um grupo de cristãos que foram a Parada Gay em Chicago e que ao invés de xingarem e dizerem que todos vão para o inferno ver o capiroto, colocaram faixas com a seguinte frase:

"Nos desculpem pela forma como a igreja tem tratado vocês"

Respeitar, não é aceitar. Deus abomina o pecado, mas ama o pecador.

Com certeza seria essa reação de Jesus. 

Esse é o evangelho da graça sendo pregado da forma mais simples e mais eficaz.

Será que é tão dificil pregar um evangelho simples? 


Eles mostraram que não.

E vocês o que acham??

4.10.11

"SOU CRISTAO E HOMOSSEXUAL"



Com certeza o título desta matéria chamou sua atenção. Polêmico neh?!!
Pois bem, foi exatamente o mesmo que achei quando passeando pelos blogs e sites da vida me deparei com essa declaração. No texto, o individuo usou passagens bíblicas para justificar sua opção sexual, se atrevendo a dizer que a bíblia não condena a prática homossexual, e citou varias passagens que “mostram isso”( dentro de sua concepção). Como sempre digo: “Texto sem contexto vira pretexto para heresia”.

Não nego que há na bíblia casos de homossexualismo, mas foram frutos de desejos que Deus proibiu, como vimos no post anterior "A Biblia sobre a homossexualidade"

No artigo o camarada chega a dizer que o relacionamento  entre Davi e Jônatas  na bíblia era homossexual e não uma simples amizade.

Já foi postado neste blog o artigo “Amizade que incomoda”, onde falamos sobre a amizade verdadeira entre Davi e Jônatas. Infelizmente em nossa sociedade foi implantado esse pensamento de que se um homem tem amizade com outro homem ou mulheres com mulheres, eles estão tendo uma relação.

Triste sociedade em que vivemos.

Com tudo o que vem acontecendo em nossa sociedade, a imagem do Cristão está cada vez pior. Um estudo feito nos EUA revela que 80% dos não-cristãos entre 16 e 29 anos acham que os cristãos são demasiadamente anti-homossexuais; 75% afirmam que eles estão “envolvidos demais” em política; e 85% os consideram “hipócritas” – defendem uma coisa e fazem outra.

Como Cristão, confesso tristemente que esses números não me surpreendem. Considerando o Cristianismo no Brasil, apostaria em resultados semelhantes porém com a exclusão do “envolvidos demais em política” e provavelmente com o acréscimo de “desonestidade”, “roubalheira”, “criminalidade” e assemelhados (de certa forma, para a nossa cultura e história, é quase sinônimo de “envolvimento em política”)

Tristemente também, a imagem de “anti-homossexuais” é extremamente merecida. Isso porque a maioria das pessoas não aprendeu a desassociar o objeto do instrumento. Explico: homossexualismo é uma coisa e o homossexual é outra assim como que fotografia é uma coisa e o fotógrafo é outra.

Vamos ficar com o caso do fotógrafo e da fotografia para simplificar: numa hipótese em que você odeie fotografias, este simples fato não justifica uma atitude de repugnação aos fotógrafos. O fotógrafo é um simples instrumento que eventualmente tira fotos mas que, em outros momentos, faz diversas outras coisas.
 


Essa desassociação é central para encarar o homossexualismo sob a ótica Cristã. A Bíblia condena claramente o homossexualismo na mesma medida em que ensina a amar incondicionalmente o homossexual.
A Bíblia promete sim um castigo eterno para os homossexuais. Lembrar disso e esquecer que ela também promete castigo para os mentirosos, adúlteros, hipócritas, ladrões, egoístas e até os tímidos é só ser ainda mais hipócrita(como muitos crentes).


Deus ama os homossexuais e indica que devemos amá-los como a nós mesmos. Do mesmo jeito que quero o melhor para mim, quero o melhor para qualquer homossexual e esse melhor não inclui nenhum tipo de preconceito.


Por William de Souza

A Bíblia sobre Homossexualismo



Todos somos tentados por desejos de coisas que Deus proibiu (Tiago 1:14-15). Eva desejou o fruto proibido no Éden (Gênesis 3:6). Algumas pessoas desejam ganho desonesto (Tito 1:7). Alguns homens desejam as esposas de outros (Mateus 5:28). Algumas pessoas desejam outras do mesmo sexo Gênesis 19:4-5).


Deus exige que aprendamos a nos dominar para negar nossos desejos pecaminosos e para aceitar os limites que ele colocou ao nosso comportamento (2 Pedro 1:6; Gálatas 5:23). Este é o princípio que tem que ser aplicado aos desejos homossexuais que algumas pessoas sentem. Em vez de perder tempo e energia tentando justificar estes desejos na base da Genética, ou tentando pôr a culpa deles nas influências da infância, a pessoa que é tentada a ter relações sexuais com alguém do mesmo sexo precisa aprender a dominar seus desejos. Por quê? Porque Deus clara e absolutamente condenou as relações homossexuais.



"Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro" (Romanos 1:26-27).


"Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas . . . herdarão o reino de Deus" (1 Coríntios 6:9-10).


Deus aprova as relações sexuais entre um homem e sua esposa legítima (de acordo com a lei de Deus). Todas as outras relações sexuais sejam homossexuais ou heterossexuais são sempre e absolutamente proibidas (Hebreus 13:4). Não nos cabe procurar desculpas para justificar o pecado.
É nossa responsabilidade buscar o meio de vencer a tentação (1 Coríntios 10:13; Tiago 4:7-10).


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